Diretor de compliance da J&F está entre os mais admirados do País

Emir Calluf (à direita) recebe troféu durante evento promovido pela LEC

O diretor de Compliance Corporativo do grupo J&F, Emir Calluf Filho, foi eleito um dos 20 profissionais mais admirados do Brasil em conformidade corporativa. O reconhecimento do mercado veio através da pesquisa Compliance On Top, promovida pela LEC Legal, Ethics & Compliance e pelo Vittore Partners.

“A J&F vive um momento de virada, e esse prêmio é uma mostra disso”, afirmou Calluf. “Quero ressaltar que ninguém faz compliance sozinho. Compliance é feito de pessoas”, continuou.

Vencedor em 2018 do “Oscar” do Direito latino-americano na categoria “Compliance Counsel Award” (Advogado de Compliance do Ano), Emir Calluf Filho está à frente do rigoroso sistema de conformidade adotado pela J&F desde 2017.

O resultado das políticas implementadas por Calluf e sua equipe se tornou, no ano passado, um case de destaque para a Associação Latino-Americana de Advogados Corporativos (LACCA), entidade que reúne os principais líderes de departamentos jurídicos da América Latina.

O diretor de Compliance da J&F ressalta a importância do engajamento do comando das empresas na adoção das políticas de governança. “Se os controladores e a alta direção agem dentro das regras de conformidade e estimulam os funcionários a fazê-lo, não há espaço para exceções”, disse Calluf ao site Consultor Jurídico (Conjur). “Sem que todos respeitem as regras, não há uma mudança de fato, como a que vemos na J&F”.

Ao lado de Calluf foram premiados profissionais de empresas como Uber, Petrobras, Makro e Embraer.

O prêmio – A votação foi organizada pela LEC Legal, Ethics & Compliance, maior comunidade dedicada à difusão de cultura de Compliance do mundo, e pela consultoria de recrutamento especializada Vittore Partners.

Participaram 442 gestores do setor de compliance de todo o Brasil. O levantamento também traçou um retrato das principais iniciativas adotadas pelos departamentos de conformidade das maiores empresas do país. O resultado faz parte do anuário Compliance On Top 2019.

Ao fim de um questionário sobre o setor, os gestores foram convidados a mencionar três colegas admirados por sua atuação e realização. O levantamento foi auditado pela Alonso, Barretto & Cia Auditores Independentes.

Nota oficial da J&F sobre fatos envolvendo arbitragem da Eldorado Brasil

 PARA RESTAURAR A VERDADE

Lamentamos ter de usar este espaço para esclarecer as mentiras e distorções de um enganoso “fato relevante” publicado pela Paper Excellence, por meio de seu braço CA Investment, relativo à J&F Investimentos e a sua controlada Eldorado Brasil Celulose.

Sim. A Paper Excellence mentiu ao mercado, assim como mentiu ao tribunal arbitral.

Em 6 de junho de 2019, o tribunal arbitral determinou que a Paper Excellence depositasse R$ 11,2 bilhões em conta vinculada, conforme a própria empresa havia se oferecido a fazer.  A Paper Excellence alegava ter recursos próprios reservados em suas contas bancárias para a conclusão da compra do controle da Eldorado desde julho de 2018. Mas ao ver seu pedido aceito pelo tribunal, a Paper Excellence voltou atrás.

Ao invés de realizar imediatamente o depósito, a empresa indonésia passou então a pedir para o tribunal arbitral reduzir o valor a ser depositado. Primeiro para aproximadamente R$ 6 bilhões e depois para R$ 9,5 bilhões. O tribunal reforçou o entendimento de que o valor a ser depositado deveria ser de R$ 11,2 bilhões.

Para cumprir a decisão, a Paper Excellence recorreu a um financiamento de até R$ 1,9 bilhão. Mais uma vez, as vias não poderiam ser retas e claras, e a empresa indonésia se viu forçada a modificar o financiamento em negociação, pois a proposta inicial violava o acordo de acionistas da Eldorado, assim como outras já feitas.

Após quase 6 meses da decisão do tribunal, a Paper Excellence depositou R$ 1 bilhão, obtido no financiamento, e vinculou ativos avaliados em R$ 10,2 bilhões. Isso tudo mais de um ano depois do prazo máximo para levantar tais recursos (3 de setembro de 2018) e liberar garantias da J&F atreladas aos financiamentos da Eldorado.

E mais: antes mesmo de realizar o depósito, a Paper Excellence já solicitou o resgate de parte do valor.

O próprio comportamento recente da CA, portanto, atesta a sua incapacidade de cumprir o contrato que assinou, a tempo e modo adequados, confirmando de forma contundente o que a J&F sempre sustentou.

Com relação ao Órgão de Coordenação, trata-se de uma oportuna medida do tribunal para proteger a Eldorado de possíveis ações lesivas da CA, que vem buscando bloquear iniciativas meritórias da administração da Eldorado. Esse órgão deve contribuir para superar impasses numa lista específica de matérias, fora da gestão diária, sem substituir os demais órgãos de governança da Eldorado, como seu conselho de administração e diretoria.

É sintomático, portanto, o “fato relevante” da Paper Excellence ter omitido que os membros do Órgão de Coordenação deverão atuar unicamente com vistas aos interesses da Eldorado, e não das acionistas. Afinal, defender o bem da companhia não está no rol de preocupações da minoritária. Ainda em consonância com as condutas adotadas pela Paper Excellence, o “fato relevante” também ignora a relevância do tribunal arbitral ao omitir que ele ainda será a instância final de decisão, em caso de desacordos no órgão de coordenação.

O “fato relevante” da Paper Excellence também desrespeitou decisão expressa do tribunal arbitral de que a Eldorado, companhia aberta, é que definiria o teor de eventual comunicação ao mercado acerca da Arbitragem.

Em resumo, a Paper Excellence segue repetindo na Arbitragem as estratégias de protelação e disseminação de mentiras que adotou antes do início do litígio. Nada disso muda um fato: a Paper Excellence não cumpriu o contrato ao não ter liberado as garantias da J&F, dentro do extenso prazo contratual de um ano. E é isso que está sendo tratado no tribunal arbitral.

A J&F mantém-se absolutamente confiante no resultado da Arbitragem e continuará atuando no melhor interesse da Eldorado, sobretudo diante da conduta abusiva e hostil da Paper Excellence.

 

São Paulo, 28 de Novembro de 2019

J&F Investimentos S.A.

Lucro líquido da JBS cresce 128% em 2017

A JBS, empresa do Grupo J&F, teve um lucro líquido de R$ 534,2 milhões em 2017, o que representa um crescimento de 128,7% em relação ao ano anterior. O lucro bruto da companhia subiu 11,5% no ano, chegando a R$ 23,8 bilhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de R$ 13,4 bilhões, um aumento de 18,9% em relação ao ano anterior e a receita líquida no ano foi de R$ 163,2 bilhões, equivalente a US$ 51,5 bilhões.

A empresa teve excelentes resultados também na redução do endividamento. A dívida de curto prazo foi diminuída em 25%. No fim do ano, representou apenas 24% do total de empréstimos. A redução da alavancagem, a relação entre a dívida líquida e o EBITDA, foi garantida pelo bem-sucedido programa de desinvestimentos e pelas fortes perspectivas de geração de caixa para 2018. Passou de 4,16x, em 2016, para 3,38x, no final de 2017.

O ótimo resultado da JBS, a maior processadora de proteína animal do mundo, é fruto de sua estrutura global e de uma diversificada oferta de produtos. A companhia continua bem posicionada para se beneficiar das tendências favoráveis de demanda global de proteína.

Eldorado Brasil bate recorde de produção e de lucro em 2017

A Eldorado Brasil, empresa do Grupo J&F, encerrou 2017 com o melhor resultado operacional e financeiro de sua história. O lucro líquido do período chegou a R$ 713 milhões, resultado 2,5 vezes maior do que em 2016. E o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) foi de R$ 2,221 bilhões, com margem de 66% – a maior do setor de papel e celulose.

J&F Eldorado

A empresa conseguiu uma forte redução de 32% da relação entre a dívida líquida e o EBITDA, que desceu de 4,96x em 2016 para 3,36x no final do ano. Os resultados demonstram a qualidade dos ativos e o desempenho da equipe gestora, fortemente comprometida com o exercício da governança corporativa focada na consolidação do empreendimento e seu crescimento sustentável.

Um exemplo da capacidade de gestão é o volume de produção, que chegou a 1,708 milhão em 2017 – novo recorde e 4% acima de 2016 – e muito superior à capacidade nominal instalada na planta que fica em Três Lagoas (MS), que é de 1,5 milhão. As vendas acompanharam o ritmo de crescimento e tiveram recorde com a comercialização de 1,721 milhão de toneladas, 3% a mais que no ano anterior. Já a receita líquida foi de R$ 3,3 bilhões, um resultado 13% superior ao registrado em 2016.

As vendas continuaram com foco na exportação, tendo a Ásia como destino principal de sua celulose com 43% do volume de vendas. A Europa, América Latina (incluindo o Brasil) e América do Norte, representam respectivamente 31%, 16% e 10% das vendas.

As iniciativas da companhia na área florestal estiveram focadas no aumento da eficiência e na redução de custos, com destaque para o aumento substancial de utilização de madeira proveniente de plantios próprios de alta produtividade e redução de 56 km na distância média de transporte de madeira entre as florestas e a fábrica, resultando em expressivo ganho de eficiência na operação.

Sobre o mercado de celulose, a companhia acredita que a demanda permanecerá aquecida, suportando os patamares de preços estabelecidos pela indústria e consequentemente permitindo que a companhia apresente uma geração robusta de caixa nos próximos anos.

 

Banco Original registra lucro em 2017 e consolida processo de crescimento

O Banco Original, instituição financeira pertencente ao Grupo J&F, fechou o ano de 2017 lucro líquido de R$ 1,5 milhão e consolidou seu processo de crescimento com expansão de 134% no número de contas correntes abertas. O resultado confirma a consistente administração de liquidez e de riscos do Banco, a capacidade da equipe de executivos e um sólido plano de negócios que permitiu concluir positivamente um ano com muitas incertezas econômicas no Brasil.

 

A gestão segura levou à melhora de vários indicadores de solidez financeira, com destaque para ampliação em 162% do resultado obtido pela intermediação financeira e a queda da inadimplência. Dentre os principais destaques do balanço de 2017, divulgado no dia 6 de março de 2018, estão os seguintes:

  • Crescimento de 134% em abertura de contas correntes
  • Redução de 1,4 ponto percentual do índice de inadimplência de 4,53% para 3,13%, abaixo da média de mercado abaixo da média do mercado de 4,93%.
  • Crescimento de 162% do resultado da intermediação financeira.
  • Índice de Basileia de 16,3% (indicador para a capacidade de conceder crédito; no Brasil, o mínimo exigido pelo Banco Central é de 10,5%).
  • Índice de cobertura para créditos em atraso de 120,8% (indicador expressa o montante de garantias que o banco tem para cobrir os empréstimos feitos aos seus clientes)
  • Patrimônio líquido manteve-se estável em R$ 2,2 bilhões

A plataforma de relacionamento 100% digital do Banco Original foi o principal fator que levou a instituição a encerrar 2017 com 542 mil clientes, frente a 232 mil no final de 2016. A facilidade e a agilidade na abertura e no uso das contas foram os principais atrativos do Banco, consagrando-o como o mais disruptivo no mercado brasileiro.

No ano passado, o Original começou a medir diariamente a saúde de sua marca, considerando as menções nas redes sociais. Em dezembro, o indicador manteve-se próximo de 90% de citações positivas, quase igual ao nível de janeiro, indicando que o Original conseguiu construir uma marca forte e reconhecida no mercado em apenas dois anos de atuação no segmento de varejo.

Para 2018, o Banco Original planeja manter a execução do seu plano estratégico. A instituição vai continuar investindo em novos produtos e em sua inovadora plataforma de open banking, para descomplicar cada vez mais o jeito como as pessoas se relacionam com o dinheiro.

Para ter acesso ao balanço completo acesse o site do banco.